segunda-feira, 15 de março de 2010

Querida, você não é a maior ! ! !

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Donna Simpson, de 42 anos, do Estado americano de Nova Jersey, pretende entrar para o livro Guinness World Records como a mulher mais gorda do mundo alcançando o peso de quase meia tonelada.
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Saiba mais aqui.
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Indy SP

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Me pareceu que a Indy São Paulo foi um programa de indio...
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Fiquei sabendo da corrida por estar zapeando a TV aberta - não daria para ser outra... Transmissão pela Bandeirantes, alguém viu alguma chamada em outras emissoras?
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Uma pista desenhada no meio das reformas da marginal Tietê, com direito a asfalto ondulado, concreto liso na frente do sambódromo - que foi raspado no Sábado a noite, véspera da corrida. Pista estreita e vários pontos propícios para empoçamento de água - Se tivesse chovido mais não seria uma prova automobilística, seria de lanchas offshore.
A apresentação dos pilotos um a um embaixo de um calor e umidade infernais.
Uma lerdeza infernal para retirar os carros acidentados da pista - felizmente ninguém correu risco ou teria morrido pela letargia do pessoal de pista.
O prefeito e o governador entregando os troféus de segundo e primeiro lugares - em ano de eleição. Coincidência?
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As coisas estavam com cara de amadorismo, é isso.
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Tudo isso para brindar o primeiro lugar com uma caixa de leite longa vida no final.
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Fiquei com pena da moça que entregou a caixinha de leite ao vencedor...
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Falei que era programa de índio, não era, eles não fazem essas pataquadas.
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domingo, 14 de março de 2010

terça-feira, 9 de março de 2010

Satiricon na Turma da Mônica

Conforme prometido, chegoua  hora de aunciar a primeira promoção do PORRA MAURICIO. Encontre uma tirinha, imagem, frame ou capa engraçada e cheia de maldade e mande pra gente até 15 de março. A melhor vai ganhar o livro TIRINHAS CLÁSSICAS DA TURMA DA MÔNICA VOL.1 Entregue em sua casa! A vencedora será julgada pelos proprietários do site. Os critérios de desempate serão: Número de comentários e notes. Envie sua sugestão para contato@perolasparaporcos.com colocando seu NOME, IDADE, CIDADE E PROFISSÃO. Sugestões sem essas informações serão desconsideradas para a promoção. Em caso de duas tirinhas iguais, vai valer a que chegou antes no e-mail. Espere! Não é só isso!! Se você tem Twitter, dê um RT na mensagem da promoção e concorra automaticamente a um outro livro! O QUE VOCÊ ESTÁ ESPERANDO PRA COMEÇAR A VASCULHAR SUAS REVISTAS ANTIGAS, PORRA!!!
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De uma olhada aqui!
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O novo Tarzan


Taí, demorei mas consegui escanear a imagem. Eu havia errado na data, o ano era 1953.
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sábado, 27 de fevereiro de 2010

O morcego voou mais alto

DALLAS, Texas (EUA) - Uma revista do Batman de 1939, na qual o herói faz sua estreia, foi vendida na quinta-feira por mais de US$ 1 milhão, batendo o recorde estabelecido apenas três dias antes por um exemplar do Super-Homem , informou a casa de leilão Heritage Auction Galleries, baseada em Dallas.

A cópia rara do nº 27 da revista Detective Comics foi vendida por US$ 1.075,500, incluindo o prêmio pago pelo comprador para ficar anônimo. Quem vendeu também não quis ter seu nome revelado.

- O lance superou em muito nossas expectativas e agora é o maior preço pago por um revista em quadrinho - disse Barry Sandoval, diretor de operações da Heritage.

Um exemplar da primeira revista do Super-Homem, de 1938, foi vendido na segunda-feira por US$ 1 milhão, em um negócio entre um comprador privado e um vendedor particular, em uma operação intermediada pelo site de leilão de Nova York ComicConnect.com.

- Nós podemos realmente dizer que o Batman arrumou uma encrenca com o Super-Homem, pelo menos agora - brincou Sandoval.

Ele disse que o vendedor comprou a revista no fim dos anos 60 por US$ 100.

- Esta capa é uma das mais famosas entre todas as já publicadas em revistas em quadrinhos - acrescentou.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Mum, Avon, Rexona?



Não, não era um comercial de desodorante em bastão. Era um detalhe da capa do gibi do Superman. Atenção para o S de super no seu colante azul.
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O que fazia com que os desenhistas imaginassem os heróis (os bandidos idem) com roupas colantes e a cueca a mostra? - (Da serie "os grandes misterios da humanidade".



NOVA YORK - Uma cópia rara da primeira revista em quadrinhos com o Super-Homem foi vendida por US$ 1 milhão esta segunda-feira, ultrapassando o recorde batido em 2009.

O exemplar vendido é uma edição de 1938 da "Action Comics No. 1", e traz uma imagem do super-herói na capa levantando um carro. Seu preço original era apenas 10 centavos de dólar.

A publicação foi adquirida por um comprador particular, através de uma negociação conduzida pelo site ComicConnect.com. O vendedor da raridade também não teve seu nome revelado.

O valor mais alto pago num exemplar de revista em quadrinhos foi para a mesma "Action Comics No. 1", vendida em 2009 por US$ 317 mil. Essa cópia, porém, teve o preço bem mais elevado porque estava em melhores condições.

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Fiquei aqui pensando nos meus gibis antigos, tenho um do Tarzan de 1957, na capa diz "Lex Baxter - o novo Tarzan".

Vou tentar achá-la e escanear a capa.

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Discussão pré "era politicamente correta"

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Preto é cor, negro é raça. (saido da boca de um mulato).
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Cáspita, e eu pensando que eramos todos humanos. (saido da boca de um caucasiano).
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Daylight

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Terminou o horário de verão.
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Significa que o calor irá diminuir?
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terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

McDonalds x McDonalds

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Quando as pessoas sabem que eu trabalhei no McDonalds em Massachusetts, a pergunta é inevitável: qual o melhor? o brasileiro ou o americano?
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Quando eu estava lá, acreditava que aqui os serviços fossem melhores, a comida idem.
Hoje tenho minhas dúvidas, passei por poucas lojas daqui, e fiquei chateado. Acrredito até que as lojas que frequentei não seguissem a risca o padrão da companhia - da mesma forma que a loja em que eu trabalhei também pecava nesse item.
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Mas posso afirmar sem medo nenhum que em um quesito os americanos dão de 10 a 0 em qualquer loja brasileira - NÃO HAVIA LIMITE DE IDADE PARA CONTRATAÇÃO.
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Dos grandes mistérios da humanidade

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Por que um raio não cai duas vezes no mesmo lugar?
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Um raio só pode cair uma única vez não importa onde.
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Passagem só de ida.
Filho único de mãe solteira.
Para baixo todo santo ajuda.
Caput. Fim. Já era.
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domingo, 31 de janeiro de 2010

FAQs

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Estava passando os olhos pelas páginas do jornal, página de empregos. Não preciso mais do que uma passada de olhos, tão treinados eles estão - é o que se consegue com o tempo. Mas lá estava eu xeretando e vi este anúncio:
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Empresa lider no mercado necessita de vendedor de alto nível.
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Exigências:
Ensino médio completo, MBA será um diferencial.
Conhecimento de produtos alto padrão.
Habilidade com negociação e atendimento ao cliente.
Domínio de rotina básica de vendedor.
Veículo próprio (desejável carro ou moto).
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Minhas dúvidas:
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1- Ensino médio e MBA?
2- Quais produtos?
3- Se não houver habilidade para negociar - e suponho que seja com o cliente - melhor arranjar outra profissão.
4- Rotina básica... Quem fez esse anúncio estava para brincadeiras.
5- Serve barco? Anda chovendo muito em São Paulo.
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sábado, 30 de janeiro de 2010

Garganta profunda

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O telescópio do Observatório Europeu do Sul (ESO, na sigla em inglês), detectou em outra galáxia o buraco negro mais distante já encontrado.

O corpo celeste está acompanhado por uma estrela que, em breve, será engolida pelo próprio buraco negro. As informações coletadas pelo telescópio do ESO mostram que o buraco negro e a estrela Wolf-Rayet dançam um em volta do outro em períodos de 32 horas.

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terça-feira, 26 de janeiro de 2010

domingo, 24 de janeiro de 2010

456 anos cosmopolitas

Nova safra de imigrantes declara seu amor pela cidade e começa a deixar suas marcas na capital paulista


A bolivian Alicia: das oficinas de costura ao comércio no Pari- Michel Filho/O Globo

Africanos no centro de SP: venda de artesanato - João Sorima/O Globo

SÃO PAULO - Depois de seis meses fazendo um curso de pós-graduação em São Paulo, o médico boliviano Fredy Roberto Vargas, ligou para a mulher na Bolívia e disparou: venda tudo, inclusive o consultório, e mude-se para o Brasil. O médico tinha se encantado por São Paulo, uma cidade, na visão do casal, com tecnologia, gente jovem, lazer e opções de trabalho, diferente de La Paz, uma fria cidade a 4 mil metros de altura. A mulher dele Marlene Valencia de Vargas, de 54 anos, não titubeou e desde 1983 ambos estão instalados na capital.

A também boliviana Alicia Flores de Orellana, de 55 anos, achou São Paulo tão mais limpa e organizada que Buenos Aires e as pessoas tão hospitaleiras e respeitosas que está na cidade há 21 anos. Fechou seu restaurante na Bolívia e veio com o marido, taxista. Quis montar um restaurante aqui, mas achou caro e não tinha capital. Seu destino foi o mesmo dos cerca de mil bolivianos que todo mês desembarcam em São Paulo: trabalhar numa confecção. Hoje, ela é dona de uma loja de alimentos e cereais típicos da Bolívia e vende para seus patrícios. Ela nem pensa em retornar.

" A comida é parecida com a da Nigéria. Tem até inhame, que adoramos "

Para o nigeriano Adekunle Aderonmu, de 45 anos, há 17 morando em São Paulo, na hora de imigrar, a principal referência da cidade foi a Universidade de São Paulo, um centro de excelência na América Latina. Ele ganhou uma bolsa do governo da Nigéria e veio para fazer pós-graduação em Bioquímica. Hoje coordena o Centro Cultural Africano, na Barra Funda, um local que quer ser a referência dos imigrantes africanos por aqui. Casou com uma nigeriana e tem quatro filhos paulistanos. Hoje dá aulas do idioma yoruba, além de consultoria para professores da rede pública sobre cultura africana. Tinha uma situação tranquila na Nigéria, mas resolveu ficar.

- São Paulo é o melhor lugar para se viver do mundo. Cada um cresce de um jeito nesta cidade - declara-se.

Para ele, a maior dificuldade foi a língua, mas a comida na capital paulista o fisgou pelo estômago.

- É parecida com a da Nigéria. Tem até inhame, que adoramos - diz.

No aniversário de 456 anos de São Paulo, essa nova safra de imigrantes, que se instalou nos últimos 20 anos, declara seu amor pela cidade.

- Sabemos que tem violência, mas não vejo São Paulo com uma cidade violenta - afirma Aderonmu.

Ao lado dos coreanos, um dos grupos de novos imigrantes que cresceu na cidade nos últimos anos, bolivianos e africanos vieram em busca de melhores empregos e qualidade de vida. Na Bolívia, a crise econômica dos anos 80 fez o poder de compra da população desaparecer.

" Sabemos que tem violência, mas não vejo São Paulo com uma cidade violenta "

- Tínhamos carro e casa própria na Bolívia, mas o salário não dava para nada. Em quatro anos, tivemos uma inflação de 28.000% - conta Marlene Valencia.

Estima-se que os bolivianos cheguem a 250 mil na cidade. A grande maioria está trabalhando em confecções. Uma parte - cerca de 10% - acaba sendo explorada pelos próprios compatriotas, trabalhando 15 horas por dia e ganhando muito pouco.

- Fiquei cinco anos na costura. Trabalhava mais de 15 horas por dia, mas não era trabalho escravo. Quanto mais costurávamos, mais recebíamos. Na Bolívia, só trabalhávamos muito, mas o salário era pouco. Depois comecei a importar produtos e hoje sou dona de comércio - conta Alicia.

Coreanos no Bom Retiro: donos de lojas de roupas - João Sorima/O Globo
bares na São joão: clientela do Senegal e da Costa do Marfim - João Sorima/O Globo

Assim como ela, há outros bolivianos que já viraram comerciantes ou prestadores de serviço no bairro do Pari. Raul Uria, por exemplo, montou um salão para cortar cabelos e boa parte da clientela é de bolivianos. Ele anuncia seus serviços no idioma de origem e na placa do salão está escrito: Sallon de Belleza.

Diferente do nigeriano Aderonmu, a maior parte dos africanos que aporta em São Paulo vem como refugiado político, fugindo de conflitos étnicos na África. Como a Europa está dificultando a imigração africana, o Brasil virou um dos destinos desse grupo. Muitos chegam ao país em porões de navios e vêm em busca de oportunidades em São Paulo. São principalmente da Nigéria, Costa do Marfim, Senegal e República do Congo.

- Aqueles que imigram em condições melhores dão aulas de inglês e francês. Muito fazem trabalhos técnicos, como mecânico - diz a advogada Ruth Camacho Kadluba, da Pastoral do Migrante, que fez um estudo sobre os novos grupos de imigrantes de São Paulo.

Ela lembra que alguns poucos africanos que não conseguem colocação profissional acabam sendo aliciados como mulas do tráfico de drogas para a Europa.

A advogada afirma que entre os coreanos, estimados em 50 mil no país, 90% deles em São Paulo, a maior parte também trabalha com confecções. No bairro do Bom Retiro, por exemplo, os coreanos substituíram os judeus no negócio de roupas.

SP já tem bairro boliviano e coreano

Assim como o Bixiga e a Mooca ficaram marcados como os bairros dos imigrantes italianos e a Liberdade o lugar dos japoneses na cidade, a nova safra de imigrantes que chega a São Paulo também começa a imprimir suas marcas.

No Pari, mais de 2 mil bolivianos se reúnem todo fim de semana na Praça Kantuta. Ali, uma feira de produtos bolivianos atrai os imigrantes e os paulistanos curiosos. Vende-se artesanato e comidas típicas como o anticucho, o coração de boi no espeto. Há casacos de lã de lhama e até DVDs de programas bolivianos nas barracas. O local virou uma espécie de 'bairro boliviano'.

No centro de São Paulo, mais precisamente nas Praças da República e na Avenida São João, os africanos também estão visíveis vendendo artesanato; são máscaras tribais (entre R$ 60 e R$ 100), colares, roupas coloridas. Na Avenida São João, os africanos frequentam bares e são vistos em maior número, embora não se saiba exatamente quantos são na cidade. E um passeio pelo bairro do Bom Retiro revela lojas com placas em coreano, mercados que vendem produtos importados de Seul e escolas do idioma. A língua falada ali é o coreano.

- São Paulo é um bom país - diz Rasaq Shodiya, um nigeriano de 50 anos, que mora há 17 anos em São Paulo e ainda se confunde com o português.