domingo, 4 de maio de 2014

Se fosse em São Paulo não daria certo.


Uma civilização antiga, sem a ajuda de tecnologia moderna, conseguiu mover pedras de 2,5 toneladas para compor suas famosas pirâmides. Mas como? A pergunta aflige egiptólogos e engenheiros mecânicos há séculos. Mas agora, uma equipe da Universidade de Amsterdã acredita ter descoberto o segredo – e a solução estava na nossa cara o tempo todo.
Tudo se resume ao atrito. Os antigos egípcios transportavam sua carga rochosa através das areias do deserto: dezenas de escravos colocavam as pedras em grandes “trenós”, e as transportavam até o local de construção. Na verdade, os trenós eram basicamente grandes superfícies planas com bordas viradas para cima.
Quando você tenta puxar um trenó desses com uma carga de 2,5 toneladas, ele tende a afundar na areia à frente dele, criando uma elevação que precisa ser removida regularmente antes que possa se ​​tornar um obstáculo ainda maior.
A areia molhada, no entanto, não faz isso. Em areia com a quantidade certa de umidade, formam-se pontes capilares – microgotas de água que fazem os grãos de areia se ligarem uns aos outros -, o que dobra a rigidez relativa do material. Isso impede que a areia forme elevações na frente do trenó, e reduz pela metade a força necessária para arrastar o trenó. Pela metade.
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Ou seja, o truque é molhar a areia à frente do trenó. Como explica o comunicado à imprensa da Universidade de Amsterdã:
Os físicos colocaram, em uma bandeja de areia, uma versão de laboratório do trenó egípcio. Eles determinaram tanto a força de tração necessária e a rigidez da areia como uma função da quantidade de água na areia. Para determinar a rigidez, eles usaram um reômetro, que mostra quanta força é necessária para deformar um certo volume de areia.
Os experimentos revelaram que a força de tração exigida diminui proporcionalmente com a rigidez da areia… Um trenó desliza muito mais facilmente sobre a areia firme [e úmida] do deserto, simplesmente porque a areia não se acumula na frente do trenó, como faz no caso da areia seca.
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Estas experiências servem para confirmar o que os egípcios claramente já sabiam, e o que nós provavelmente já deveríamos saber. Imagens dentro do túmulo de Djehutihotep, descoberto na Era Vitoriana, descrevem uma cena de escravos transportando uma estátua colossal do governante do Império Médio; e nela, há um homem na frente do trenó derramando líquido na areia. Você pode vê-lo na imagem acima, à direita do pé da estátua.
Agora podemos finalmente declarar o fim desta caçada científica. O estudo foi publicado na Physical Review Letters. [Universidade de Amsterdã via Phys.org via Gizmodo en Español]
Imagens por wmedien/Shutterstock; Al-Ahram Weekly, 5-11 de agosto de 2004, edição 702; Universidade de Amsterdã


Bacana isso.

As pedras de 2,5 T não existiam na região, vinham de longe...

Mas a pergunta que não quer calar: eles molhavam toda a extensão de centenas de kilômetros de deserto para conseguir a areia molhada??? E como ???

Difícil de entender essa teoria...


terça-feira, 29 de abril de 2014

Chove chuva...


Está na hora de se fazer um segundo DILÚVIO, desta vez sem barco...


Mas com esta seca... Mixou.


1964

AOPIN2403CHARGE

domingo, 23 de março de 2014

People Are Awesome




Momento "o que foi que aconteceu? em 5:32...


Perus morrem na véspera

Sinais



A pergunta que não quer calar:

Como fica a conversação com italianos?


domingo, 9 de março de 2014

"Homem aguardando a mulher ideal"




PS: A flor é de plástico...


sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Caixão não tem gavetas






Ouvi essa frase dia desses...

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

"Segunda-feira braba"



Aí você acorda no dia 2 de Janeiro, tarde...

Tudo desfocado, com gosto de cabo de guarda chuva na boca.

Não acha os óculos, não acha o crachá, não acha os documentos.

Procura por essas coisas em todo lugar e não acha... 

Aquilo embaixo da cama é sua gravata favorita? Não, não é, é uma calcinha... Que não sabe como foi parar lá.

Malditos óculos que não tem um localizador, lentes nem pensar, os olhos não suportariam tamanha, tamanha, tamanha o que mesmo? Ô diacho, as palavras também estão perdidas por aí...

Tamanha judiação? Não, politicamente incorreto... Agressão, isso, agressão.

Falando em agressão, era no que pensava toda vez que um idiota ligava os equipamentos de som mais valiosos que os próprios carros... Ou nas motos barulhentas guiadas por retardados mentais - opa, novamente o politicamente incorreto. Aliás, não era em agressão que eu pensava, mas no que o Dexter faria. 

Dexter sim, minha cidade está infestada de cabeças vazias necessitando serem separadas dos corpos para dar paz e sossego ao resto da população... Politicamente incorreto, again... A F0&@$$&&*&#¨$* o politicamente incorreto.

Epa epa epa, não é Segunda-feira, é Quinta... Amanhã é Sexta-feira, não tem rodízio...

Cadê a   #¨%¨$*%*  do crachá para poder ir trabalhar?




domingo, 22 de dezembro de 2013

Livros 2013



Autor: Kate Mosse

A história se passa na França, alternando o século XIII com o início do século XXI. 
As melhores passagens são da Europa século XIII, os personagens melhor elaborados, a descrição das cenas idem. 
No final, a aparente pressa para terminar o livro, enfraqueceu o relato. Algumas situações e/ou personagens ficaram meio que "no ar"; algumas frases do tipo "havia malignidade emanando daquele lugar" parece que foram usados para dar força a narrativa, mas ficou sem sentido... 
Não é ruim mas não chega a empolgar...
O 13º do ano.



domingo, 15 de dezembro de 2013

domingo, 8 de dezembro de 2013

Anos 80... Eu lembro.

Bichos bestas...

IN THE AIR



Juras de amor são desnecessárias... 

Os olhos dizem tudo.


Mas as fazemos mesmo assim.