quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

É muita sacanagem

Só para cutucar

.
.
.
Por que o Greenpeace vai até a Antártida?

Lá não tem verde...
.
.
.

Embaladas a vácuo

.
.
Era só eu ficar doente e vinha vontade de comer mortadela...

Não me perguntem o motivo. Não sei.

Alguém se lembra das mortadelinhas que a SADIA fazia nos anos 70?

Essa foto me fez lembrar delas.






.
.

Werewolf


By Tim Flach
.
.
Quando o pai deixa de lado a sisudez e fica tão divertido quanto um cãozinho.
.
.
.

O leitinho nosso de cada dia


By Scheffold Vizner
.
Ninguém mais falou no leite adulterado. Por que?
Mãos molhadas?
.
.

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Carinhoso

Índia

Por que não se faz mais músicas com essa simplicidade, ingenuidade e delicadeza?


domingo, 27 de janeiro de 2008

SP por WO

.
.
Recebi da Miriam
.
.
.
São Paulo
"Somos um somatório de qualidades e defeitos, alegrias e tristezas, festejos e tragédias"
Por Washington Olivetto
23.01.2008





Alguns dos meus queridos amigos cariocas têm mania de achar São Paulo parecida com Nova York.

Discordo deles. Só acha São Paulo parecida com Nova York quem não conhece bem a cidade. Ou melhor, quem a conhece superficialmente e imagina que São Paulo seja apenas uma imensa Rua Oscar Freire.
Na verdade, o grande fascínio de São Paulo é parecer-se com muitas cidades ao mesmo tempo e, por isso mesmo, não se parecer com nenhuma.

São Paulo, entre muitas outras parecenças, se parece com Paris no Largo do Arouche, Salvador na Estação do Brás, Tóquio na Liberdade, Roma ao lado do Teatro Municipal, Munique em Santo Amaro, Lisboa no Pari, com o Soho londrino na Vila Madalena e com a pernambucana Olinda na Freguesia do Ó.
São Paulo é um somatório de qualidades e defeitos, alegrias e tristezas, festejos e tragédias. Tem hotéis de luxo, como o Fasano, o Emiliano e o L'Hotel, mas também tem gente dormindo embaixo das pontes. Tem o deslumbrante pôr-do-sol do Alto de Pinheiros e a exuberante vegetação da Cantareira, mas também tem o ar mais poluído do país. Promove shows dos Rolling Stones e do U2, mas também promove acidentes como o da cratera do metrô e o do avião da TAM em Congonhas.

São Paulo é sempre surpreendente. Um grupo de meia dúzia de paulistanos significa um italiano, um japonês, um baiano, um chinês, um curitibano e um alemão.

São Paulo é realmente curiosa. Por exemplo: tem diversos grandes times de futebol, sendo que um deles leva o nome da própria cidade e recebeu o apelido "o mais querido". Mas, na verdade, o maior e o mais querido é o Corinthians, que tem nome inglês, fica perto da Portuguesa e foi fundado por italianos, igualzinho ao seu inimigo de estimação, o Palmeiras.

São Paulo nasceu dos santos padres jesuítas, em 1554, mas chegou a 2007 tendo como celebridade o permissivo Oscar Maroni, do afamado Bahamas.

São Paulo já foi chamada de "o túmulo do samba" por Vinicius de Moraes, coisa que Adoniran Barbosa, Paulo Vanzolini e Germano Mathias provaram não ser verdade, e, apesar da deselegância discreta de suas meninas, corretamente constatada por Caetano Veloso, produziu chiques, como Dener Pamplona de Abreu e Gloria Kalil.

São Paulo faz pizzas melhores que as de Nápoles, sushis melhores que os de Tóquio, lagareiras melhores que as de Lisboa e pastéis de feira melhores que os de Paris, até porque em Paris não existem pastéis, muito menos os de feira.

Em alguns momentos, São Paulo se acha o máximo, em outros um horror. Nenhum lugar do planeta é tão maniqueísta.

São Paulo teve o bom senso de imitar os botequins cariocas, e agora são os cariocas que andam imitando as suas imitações paulistanas.


São Paulo teve o mau senso de ser a primeira cidade brasileira a importar a CowParade, uma colonizada e pavorosa manifestação de subarte urbana, e agora o Rio faz o mesmo.

São Paulo se poluiu visualmente com a CowParade, mas se despoluiu com o Projeto Cidade Limpa. Agora tem de começar urgentemente a despoluir o Tietê para valer, coisa que os ingleses já provaram ser perfeitamente possível com o Tâmisa.

Mesmo despoluindo o Tietê, mantendo a cidade limpa, purificando o ar, organizando o mobiliário urbano, regulamentando os projetos arquitetônicos, diminuindo as invasões sonoras e melhorando o tráfego, São Paulo jamais será uma cidade belíssima. Porque a beleza de São Paulo não é fruto da mamãe natureza, é fruto do trabalho do homem. Reside, principalmente, nas inúmeras oportunidades que a cidade oferece, no clima de excitação permanente, na mescla de raças e classes sociais.

São Paulo é a cidade em que a democratização da beleza, fenômeno gerado pela miscigenação, melhor se manifesta.

São Paulo é uma cidade em que o corpo e as mãos do homem trabalharam direitinho, coisa que se reconhece observando as meninas que circulam pelas ruas. E se confirma analisando obras como o Pátio do Colégio (local de fundação da cidade), a Estação da Luz (onde hoje fica o Museu da Língua Por-tuguesa), o Mosteiro de São Bento, a Oca, no Parque do Ibirapuera, o Terraço Itália, a Avenida Paulista, o Sesc Pompéia, o palacete Vila Penteado, o Masp, o Memorial da América Latina, a Santa Casa de Mi-sericórdia, a Pinacoteca e mais uma infinidade de lugares desta cidade que não pode parar, até porque tem mais carros do que estacionamentos.

São Paulo não é geograficamente linda, não tem mares azuis, areias brancas nem montanhas recortadas. Nossa surfista mais famosa é a Bruna, e nossos alpinistas, na maioria, são sociais. Mas, mesmo se levarmos o julgamento para o quesito das belezas naturais, São Paulo se dá mundialmente muito bem por uma razão tecnicamente comprovada. Entre as maiores cidades do mundo, como Tóquio, Nova York e Cidade do México, em matéria de proximidade da beleza, São Paulo é, disparado, a melhor. Porque é a única que fica a apenas 45 minutos de vôo do Rio de Janeiro.


* Washington Olivetto é paulista, paulistano
.
.
.
Mas ele tinha de terminar o texto dessa forma???
.
.
.

sábado, 26 de janeiro de 2008

Lembranças


.

Havia no quintal de nosso vizinho, um abacateiro, alto o suficiente para quebrarmos alguns ossos. O lance era subir no muro e saltar para o galho mais próximo, se errasse...
.
.
Sempre fazíamos isso, até o dia em que saltei e algum infeliz achou que seria engraçado colocar um prego no galho. Aquilo rasgou a palma de minha mão direita e não podia largar por causa da altura, tive de aguentar até que estivesse em segurança no galho. Nunca descobrimos quem havia feito aquilo. Estragou a brincadeira.


.
.

Uma forma barata de viajar...

Foto: Rhonda Vanover/AP
Rhonda Vanover/AP
Gracie Mae no colo do dono (Foto: Rhonda Vanover/AP)

Em encontros e desencontros de perdidos, tudo deu certo. E uma gatinha foi devolvido para os seus donos após uma longa e apertada viagem da Flórida até o Texas (EUA).


Kelly Levy, de 24 anos, tinha acabado de deixar Seth, o marido, no aeroporto, em Palm Beach Gardens, na Flórida, quando voltou para casa lembrando que tinha que alimentar a felina, Gracie Mae.


Eis que começa o nervosismo de não conseguir encontrar o bicho. Foi aí que ela chamou o pai para tentar encontrar o gato de 10 meses.


Depois de não encontrarem em lugar algum, ambos tiveram a idéia de fazer cartazes com a foto de Gracie Mae pela vizinhança. Em seguida, porém, tocou o telefone e uma voz masculina do outro lado deu as novas:

Foto: Rhonda Vanover/AP
Rhonda Vanover/AP
Seth e Kelly Levy com a gata de 10 meses, Gracie Mae, em casa em Palm Beach Gardens, na Flórida (Foto: Rhonda Vanover/AP)

“Olá, você não vai acreditar nisto, mas eu estou ligando de Fort Worth, no Texas, e eu acidentalmente peguei a mala do seu marido errado no aeroporto. E quando eu abri a mala, um gato saltou para fora”, contou Rob Carter para o site do jornal The Dallas Morning News.


“Abri a mala e vi que as coisas não eram minhas. Estava para fechar a mala quando o gato saltou sobre a cama. Eu comecei a gritar como uma menina”, contou ele.

O curioso nisto não é nem tanto o fato de Gracie Mae ter entrado na mala sem ser notada dentro de casda, mas ter passado sem ser detectada pelo raio-X no aeroporto e ainda agüentar a viagem fechada na mala.

Carter já estava bem convencido a adotar a bichinha quando chegou mais perto dela e viu uma plaquinha na coleira.

“Então, eu liguei para o número que estava lá e falei com a dona, que não parava de chorar”, relatou ele, que colocou o animal em um lugar apropriado e despachou o bichano por avião, no domingo (20) após pagar a passagem de US$ 80.


Detalhe: o nome escolhido por ele para a gata era Suitcase (mala de viagem, em inglês).





Se o gato aguentou... Vou começar a fazer as malas.


By Vladimir Piskunov



By Stefano Marino

O Trabalho pela hora da morte

Desemprego



By Carioca


Condições de trabalho adversas



By unknown


Baixa remuneração



By Chris Holland

Inclusão digital


Mãozinha básica - A Missão

.


.
Sobre o post Mãozinha básica, Noé não teve uma ajuda lá de Cima, ele foi encorajado, tipo "ANDA FDP, QUE ESTOU TE DANDO UMA TAREFA, COISA FÁCIL".

Recebeu o projeto e algumas dezenas de anos para construir a arca (barca), só depois de concluida e com a bicharada (entenda-se animais) lá dentro, é que vieram as chuvas (de balde).

Amador? Talvez no começo, mas depois de alguns anos já era mestre armador.

Como morreu meio velhinho, deve ter dado apoio técnico para a construção da Santa Maria, Pinta e Nina.


.

Passion

Dançar emagrece!!!! To acreditando!!!!