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Acho que quando eu for para o inferno, vou rever muita gente.
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Você estará lá?
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sexta-feira, 31 de julho de 2009
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Abstinência de um prazer solitário
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Desci para colocar o saco de lixo na calçada. E me enrosquei todo em uma linha de pipa que estava no caminho.
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Essas linhas são fortes, assim como a teimosia dessa garotada em usá-las. Nos metros perto da pipa ainda usam o cerol.
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Eu simplesmente odeio cerol. Para dizer a verdade, não gosto como essa moçada empinam as pipas. O que era para ser um prazer solitário (sic), acaba se tornando uma batalha aérea. Empinar pipas foi um dos prazeres que eu abandonei por conta desse egoismo, dessa competição que eu não queria participar.
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Mas estava falando do cerol.
Motocicletas foram (ainda são) uma paixão. Certa vez, após regular uma RS Yamaha, sai para saber como havia ficado o motor. Na volta, uma linha sobrou na minha frente, solta sem dono, mas com cerol. Elas sempre resvalam no corpo ou no capacete, e seu destino é sempre na altura da garganta. Instintivamente levantei a mão, a linha cortou a luva e chegou a cortar as laterais do pescoço. Muitos motociclistas (motoqueiros também) já se machucaram ou perderam a vida com essa falta de lucidez.
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Conheço o cerol desde (ihhh, acho que era do tempo em que as figuras ainda ficavam de lado e eram cinzeladas nas paredes) faz tempo... Tenho uma marca no pulso direito e, desde essa época abominei a coisa. E nem estava soltando pipas.
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Aliás nessa época ainda as chamavamos de papagaios de papel.
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O Papagaio de Papel
Eu queria ser
Um papagaio de papel.
Assim poderia ter
O profundo azul do Céu.
Escolhas a fazer:
De seda, o papel.
A cor a manter,
Azul como o próprio Céu.
E voaria ao sabor do vento,
Voaria no alto e sem medos.
Do azul, sabe quem me conhece,
Que é a própria cor do Tempo.
Do Vento, ele que guarda segredos.
Voar é para o espírito, a liberdade que se carece.
J Carlos Favoretto
10 Maio 2001
Da serie: Azul
Eu queria ser
Um papagaio de papel.
Assim poderia ter
O profundo azul do Céu.
Escolhas a fazer:
De seda, o papel.
A cor a manter,
Azul como o próprio Céu.
E voaria ao sabor do vento,
Voaria no alto e sem medos.
Do azul, sabe quem me conhece,
Que é a própria cor do Tempo.
Do Vento, ele que guarda segredos.
Voar é para o espírito, a liberdade que se carece.
J Carlos Favoretto
10 Maio 2001
Da serie: Azul
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quarta-feira, 22 de julho de 2009
Leve defasagem
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"Tamanho da transferência (total): 310.4 MB
Estimativa do tempo com a sua velocidade de ligação: menos de 1 minuto."
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Esse foi o cálculo feito pelo robô da Microsoft para baixar meu update.
Eu recalculei: tempo 87,6 HORAS ! ! ! ! !
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Estimativa do tempo com a sua velocidade de ligação: menos de 1 minuto."
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Esse foi o cálculo feito pelo robô da Microsoft para baixar meu update.
Eu recalculei: tempo 87,6 HORAS ! ! ! ! !
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sábado, 18 de julho de 2009
I want to believe

Eu estava na frente da TV naquele dia de 1969.
Eu queria acreditar. Em breve o homem estaria viajando pelo espaço. Em naves velozes, conhecendo novos mundos, rumo as estrelas. Aquilo era o futuro, e o futuro chegava cada vez mais rápido.
Meu avô nunca acreditou nisso, dizia que era impossível. Para um garoto de oito anos de idade, nada é impossível.
Eu queria fazer parte da História. Queria ter estado dentro daquele Saturno 5 que empurrou a Apolo até a Lua.
Hoje se me oferecessem um passeio a bordo de algum ônibus espacial, aceitaria sem pensar - difícil seria o regime para entrar nos trajes. Difícil mas não impossível, porque os quarenta anos que se passaram, evaporariam facilmente. E nada é impossível para um garoto de oitos anos.
.Eu queria acreditar. Em breve o homem estaria viajando pelo espaço. Em naves velozes, conhecendo novos mundos, rumo as estrelas. Aquilo era o futuro, e o futuro chegava cada vez mais rápido.
Meu avô nunca acreditou nisso, dizia que era impossível. Para um garoto de oito anos de idade, nada é impossível.
Eu queria fazer parte da História. Queria ter estado dentro daquele Saturno 5 que empurrou a Apolo até a Lua.
Hoje se me oferecessem um passeio a bordo de algum ônibus espacial, aceitaria sem pensar - difícil seria o regime para entrar nos trajes. Difícil mas não impossível, porque os quarenta anos que se passaram, evaporariam facilmente. E nada é impossível para um garoto de oitos anos.
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domingo, 12 de julho de 2009
ZZZZZZZZZZZZZZZZZZ
quinta-feira, 9 de julho de 2009
A mulher do leiteiro sofre mais
terça-feira, 7 de julho de 2009
Esse meu país!
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BRASÍLIA - Ao comentar a lei sancionada na semana passada sobre a regularização de estrangeiros ilegais no país, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou hoje que a iniciativa representa "mais uma lição ao chamado mundo desenvolvido".
Lula lembrou que a lei vai garantir aos estrangeiros "os mesmos direitos que damos aos nossos compatriotas " - entre eles, a liberdade de circulação em território nacional e o pleno acesso ao trabalho remunerado, à educação, à saúde pública e à Justiça.
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Eu também quero! ! ! ! !
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NASA prepara retorno mais barato à Lua
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Eu achava que ônibus fosse barato.
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WASHINGTON - Como um vendedor de carros que oferece primeiro o modelo mais luxuoso, sem que o cliente possa adquirí-lo, para depois mostrar uma opção acessível, a Nasa idealizou um plano mais barato para voltar à Lua. O ônibus espacial não será tão poderoso como o anterior e seu desenho é um pouco antiquado, uma espécie de modelo básico, mas é capaz de fazer o trajeto.
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Eu achava que ônibus fosse barato.
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segunda-feira, 6 de julho de 2009
Eu me odeio... Eu acreditei...
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Era o preSal.
Eram as oportunidades.
O Brasil não era mais o mesmo.
O Brasil precisava de profissionais.
O Brasil precisava de gente com vontade.
Nove meses.
Tempo de uma gestação.
Tempo de parir trigêmeos: Desconforto, Desânimo, Desilusão.
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Era o preSal.
Eram as oportunidades.
O Brasil não era mais o mesmo.
O Brasil precisava de profissionais.
O Brasil precisava de gente com vontade.
Nove meses.
Tempo de uma gestação.
Tempo de parir trigêmeos: Desconforto, Desânimo, Desilusão.
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domingo, 4 de janeiro de 2009
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
De verdades que nos são reveladas
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Estava preso no trânsito logo cedo com uma revelação pairando no ar.
À minha frente e à esquerda um caminhão betoneira com a seguinte frase:
"DEPOIS DA DESCARGA, LAVE A TRASEIRA"
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Estava preso no trânsito logo cedo com uma revelação pairando no ar.
À minha frente e à esquerda um caminhão betoneira com a seguinte frase:
"DEPOIS DA DESCARGA, LAVE A TRASEIRA"
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sábado, 1 de novembro de 2008
O dia é hoje!
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Dia de Todos os Santos!
Pois é!
EM SÃO PAULO.
O primeiro post em terras tupiniquins.
Sem internet, sem telefone, sem celular. Correndo quase tanto quanto antes, mas na minha área (quase, mais ou menos, meio isto meio aquilo, mas não tendo de lidar com gente reclamando de sanduíches).
Por enquanto, só consegui ver a minha familia... Os amigos, ah estou lhes devendo todo o carinho que me deram enquanto estive fora, os parentes estão nesse bolo também.
Tive certeza que estava em São Paulo, quando o avião aterrisou em meio a um chuvisco fino e frio.
Algumas coisas não mudaram por aqui, os taxistas, os motoristas de ônibus, os motoqueiros, podem ser colocados todos em naves espaciais apostando corrida para o meio do Sol (sem direito a limonada).
O Tietê continua sujo e feio (e fedido), e a Marginal exponencialmente pior. Eram coisas esperadas.
O que me desagradou muito: as pessoas estão com o rosto menos risonho e visivelmente mais mal educadas... Pena.
Estou em São Paulo, meio perdido, meio sem me achar nas ruas, achando que muita coisa está cara.
MAS ESTOU CERTAMENTE EM SÃO PAULO PORQUE PEGUEI UMA GRIPE FDP...
Vortei.
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Dia de Todos os Santos!
Pois é!
EM SÃO PAULO.
O primeiro post em terras tupiniquins.
Sem internet, sem telefone, sem celular. Correndo quase tanto quanto antes, mas na minha área (quase, mais ou menos, meio isto meio aquilo, mas não tendo de lidar com gente reclamando de sanduíches).
Por enquanto, só consegui ver a minha familia... Os amigos, ah estou lhes devendo todo o carinho que me deram enquanto estive fora, os parentes estão nesse bolo também.
Tive certeza que estava em São Paulo, quando o avião aterrisou em meio a um chuvisco fino e frio.
Algumas coisas não mudaram por aqui, os taxistas, os motoristas de ônibus, os motoqueiros, podem ser colocados todos em naves espaciais apostando corrida para o meio do Sol (sem direito a limonada).
O Tietê continua sujo e feio (e fedido), e a Marginal exponencialmente pior. Eram coisas esperadas.
O que me desagradou muito: as pessoas estão com o rosto menos risonho e visivelmente mais mal educadas... Pena.
Estou em São Paulo, meio perdido, meio sem me achar nas ruas, achando que muita coisa está cara.
MAS ESTOU CERTAMENTE EM SÃO PAULO PORQUE PEGUEI UMA GRIPE FDP...
Vortei.
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sábado, 11 de outubro de 2008
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