quinta-feira, 29 de novembro de 2012
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Murphy e o picapau
Eu estava consertando o meu portão hoje de manhã e, um barulho repetitivo chamou a atenção. Vinha do alto. Era um picapau de cabeça branca. O bicho estava martelando um pequeno toco de galho a procura de comida.
Fiquei algum tempo observando, nessas horas não temos uma máquina para fotografar a cena. Nunca havia visto um desses e tão perto.
Voltei ao trabalho, mas o bicho estava na minha linha de visão.
Nisso desceu uma senhora pela calçada da praça. E não foi que o picapau quase acertou a senhora com o toco por uma questão de poucos centímetros?
Pareceu que a coisa foi premeditada e estudada. Lembrou aqueles filmes da Segunda Guerra, onde os navegadores deveriam controlar a hora certa de começar o lançamento das bombas para que atingissem os alvos.
Talvez Murphy explique...
domingo, 4 de novembro de 2012
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
terça-feira, 31 de julho de 2012
I can hear music
Na década de 60 - no século passado, isso mesmo - era comum os discos compactos. Eram de vinil, aqueles pretos que nessa época já giravam a 33 rpm. A maioria das pessoas associa os vinis aos LPs, com várias músicas. Mas a grande maioria dos sucessos estavam nos compactos, com apenas UMA MÚSICA, eram os compactos simples, alguns tinham uma música de cada lado, os compactos duplos - chique não?
Eles eram maiores que um DVD ou CD modernos - bem, não tão modernos se pensarmos que ainda estão por aí por uma questão de mercado e não de tecnologia - e você tinha de contar com uma vitrola, que mesmo que fosse compacta com som de baixa qualidade, teria um bom tamanho.
Para um cantor, ou uma banda conseguir gravar um compacto e emplacá-lo nas paradas era algo como atingir o Céu, se fosse compacto duplo e as duas músicas fossem para o topo, a banda estaria praticamente consagrada.
sábado, 28 de julho de 2012
quinta-feira, 26 de julho de 2012
segunda-feira, 23 de julho de 2012
Livros 2012
Conforme a capa, esta é a primeira aventura do personagem que foi sucesso em o Código da Vinci.
Somente agora achei este livro no sebo... A leitura é ritmada, acho que a estória serve mais a um filme de ação, não é ruim, pelo contrário, mas é difícil engolir um personagem que consegue desvendar tanto simbolismo em um único livro e em tão pouco tempo...
Só perde para o Batman da década de 60 com aquele computador que indicava qual era o vilão da semana, e o resultado saia em um cartão perfurado - tá certo que os vilões variavam pouco: Coringa, Mulher gato, Pinguim, Cabeça de Ovo, Charada, Rei Tut, Chapeleiro Maluco - perdi alguém?
Perdi foi o fio da meada em relação ao livro. É uma leitura que chega quase a ser frenética, bom passatempo, mas as surpresas ultimamente estão virando clichês - nada mais nos surpreende.
Além do que: vai ter sorte assim na pqp.
O sexto do ano.
domingo, 22 de julho de 2012
quinta-feira, 19 de julho de 2012
O bar... Do blog antigo
E fui parar dentro de um bar Gospel, por insistência de uma amiga minha.
Lugar barulhento, a banda estava tocando uma versão Heavy Metal com letras evangélicas, não agradou aos meus ouvidos.
Conheci algumas pessoas, amigas dessa minha amiga… E estava tudo indo razoavelmente, até a hora que resolveram me catequisar; não gosto de catequese… Escapei diplomaticamente.
Comentei depois com meu amigo Amarildo (tio Amarildo – o indisciplinado – http://www.garatujas.zip.net) a respeito do acontecido e paramos por aí. O Amarildo tem uma banca de jornais e revistas no Extra Supermercados.
Algumas semanas depois, enquanto corversavamos na banca, um sujeito parou ao meu lado para pagar por algumas revistas e filmes pornôs (o Amarildo não tem vergonha de vender isso – somente business claro), olhou para mim e começou a disfarçar, se não tivesse feito isso, eu não teria prestado mais atenção do que o normal com desconhecidos… Mas a sua atitude despertou minha curiosidade.
Pagou e foi embora rapidamente.
Eu e o tio, como dois xeretas que somos, olhamos um para o outro, ele: "o que aconteceu com aquele sujeito?", eu: "você percebeu também?, acho que conheço aquele camarada…"
De onde? Demorou, mas a ficha caiu, era uma das pessoas que estavam tentando me catequisar. Devia estar precisando de uma desculpa para autoflagelação ou coisa parecida.
Comentário quando a luz da memória se acendeu: "E aquele fdp ainda queria me converter".
Do blog antigo.
Ps. O meu amigo, já não é mais amigo... Alguma coisa que eu disse, acho, nos afastou. Perdemos totalmente o contato.
Não, não é coisa de veado...
Curiosamente, o lema do círculo de amizades era: "perde-se a amizade, mas não se perde a piada".
C'est la vie.
quarta-feira, 18 de julho de 2012
Mercadoria... Do blog antigo
"Mercadoria estranha essa: A Vida.
Não tem garantias, prazo de validade desconhecido, não se pode trocar, nem devolver…"
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