quarta-feira, 11 de maio de 2011

Ponto a ponto

Tomei o ônibus no ponto final no meu bairro e fui até o terminal da Lapa.
Viagem rápida... Mas parecia que não iria acabar.
Já no próximo ponto dei lugar a uma senhora de idade, a moça que estava sentada ao meu lado fez o mesmo para a segunda idosa... Ali começou o martírio. Ônibus cheio, não lotado, mas não dava para sair de perto.
Ela descreveu os problemas que a sua coluna apresentava, indicou convênio, médico, fez autodiagnose.
Os ouvidos doiam, meu ciático aplaudia. Acho que meu rosto devia estar demonstrando o que eu pensava a respeito do beco sem saida.
De qualquer forma estava melhor que na Segunda-feira, quando na volta para casa, entrou um bêbado que fazia um bom tempo que não tomava banho... Ria, falava sozinho, ameaçava o motorista, e quase matou de naúseas os que estavam próximos.
Politicamente incorreto?
O sujeito está no fundo do poço. Certo.
Mas ninguém merece compartilhar isso.
Deu para notar que eu não sou fã de transporte público?

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