quinta-feira, 31 de julho de 2008

Dia Mundial do Orgasmo?

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Reportagem aqui, mas dá para resumir tudo assim:
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"O importante é não se importar com o tipo.
Descobriu um jeito tiro e queda de ter um orgasmo?
Esqueça os rótulos e aproveite".
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quarta-feira, 30 de julho de 2008

sábado, 26 de julho de 2008

A última aula





Randy Pausch faleceu ontem, 25/07, aos 47 anos de idade.

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Coisas de meu pai - Direto do blog antigo

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Cunhados
Essa era contada pelo meu pai e o tio Aristeu:
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Meu pai teve uma Norton em Mil Novecentos e Bolinha. Contaram que certa vez estavam voltando de algum lugar não especificado, meu pai pilotando e o tio Aristeu na garupa, instigando meu pai a ir mais rápido. Havia chovido.
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- Vai mais rápido ou tua irmã me mata...
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- Com esse piso molhado, está perigoso.
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- Perigoso é lidar com tua irmã.
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- Certo.
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E não fizeram uma curva, o tio Aristeu ficou no asfalto quase sem o joelho e meu pai foi parar com a moto no meio do mato.
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Ele levantando a moto ainda funcionando e o outro mancando e reclamando...
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- Você em vez de me ajudar fica cuidando da moto.
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- Eu avisei.
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Nem precisa dizer que talvez fosse melhor terem ficado no caminho em vez de enfrentar minha tia.
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Coisas de cunhados.
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É como dizia um primo já falecido: "Se cunhado fosse coisa boa não começaria com essas duas letras".
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A Norton
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Em 1980 houve um "Salão do Automóvel Antigo", nem precisa dizer que eu estive lá. Pena que não tinha uma máquina decente e que eu não fosse menos tímido e mais xeteta que hoje.
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Havia algumas motocicletas também, e lembro que meu pai ficou olhando para uma Norton Manx 500.
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- Eu tive uma dessas. Era uma tremenda máquina para a época.
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Ele ficou lá admirando a moto por algum tempo. E me saiu com essa:
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- Uma das melhores... Mas como era feia!!!!!!!!!!!
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O alicate
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E estavam, meu pai, o tio Aristeu e mais um sujeito que ninguém nunca lembrava o nome, os três (não eram os Três Patetas) consertando um caminhão.
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E o tal sujeito que se achava muito engraçado assustou o meu pai e ele se machucou, na segunda vez que aconteceu, meu pai o avisou de que se fizesse novamente iria tomar o alicate na cabeça.
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Dito e feito, fez e levou.
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Quando quis reclamar, ouviu dos dois, que havia sido avisado.
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Aprendi a nunca duvidar do meu pai.
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Aprendendo a não reclamar
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Certa vez, depois de duas semanas de provas, meu pai foi me buscar no Mack. Eu estava tão cansado depois de ter saido da última prova e ter passado pela aula de educação física, estavamos descendo a Av. Rebouças, eu com os pés descalços apoiados no painel do carro, paramos no semáforo.

"Semana dura?"

"Foi, não poderia ter sido pior".

"Ah é? Então olha para o carro ao lado".

"Ah não! Isso não".

Dois travestis mal barbeados no taxi ao lado do nosso carro, me encarando... Ele tinha razão, podia ser pior.
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Pra não dizer que não falei das flores - do blog antigo

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Eu morei no Parque São Domingos em São Paulo, quando ainda não era um reduto de classe média alta, o bairro comportava há 40 anos atrás um bosque enorme (para um garoto de 5 anos de idade). Zona Norte de São Paulo, já que fica "acima" do Tietê, alguns dizem Zona Oeste, há controvérsias...
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E eu tinha um arremedo de lambreta, com rodinhas dos lados, e minha mãe um jardim cheio de flores. Certa tarde, meu pai resolveu que eu podia andar sem as benditas rodinhas de apoio. Segundo informações do próprio, ia tirar a do lado esquerdo, enquanto eu esperava sentado (eram fáceis de retirar), tirou as duas.
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E eu parti, olho no lado esquerdo e nada, ia bem, até que desconfiei, olho no lado direito e nada também... Ziguezague e lá se foram as flores de minha mãe, sai rolando no meio dos canteiros.
Mais tarde, já morando em Osasco, rua de terra com uma Bluebird obviamente azul (será essa a minha fixação na cor?), manobra errada e lá vou eu parar no meio das pernas de uma negra enorme, que ficou muito p... da vida com meu pai.
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Fiz mais algumas besteiras com algumas bikes.
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Felizmente, com as motocicletas isso não ocorreu, apesar dos 5 tombos. Um dia eu conto.
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Eu lembro perfeitamente dessas duas passagens, no primeiro caso o cheiro de terra úmida, devia ser Primavera, e no segundo, a rua poeirenta perto das 11 da manhã.
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Fotos, fotos, fotos.

Работы известного фотографа живой природы Beverly Joubert (74 фото - 6.61Mb)
Mais aqui
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quinta-feira, 24 de julho de 2008

Onde?

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Ontem daria para fazer aquela piada:

- Você estava na rua no momento que passou o tornado?

- Que tornado? Estava chovendo e ventando tanto que nem vi o que aconteceu a minha volta.
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Chuva forte em rajadas, parava por alguns segundos para em seguida voltar com força.
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quarta-feira, 23 de julho de 2008

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Mix racial

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E não é que uma manager nova no Mc, na última Terça, chamou uma cliente de negra? Isso foi antes do meu shift, imagino a lambança que deve ter sido. A shift manager tentando contornar a situação, deve ter sido um inferno.

A loja está encravada em uma town, onde uns 70% são negros de várias procedências, mais uma porcentagem de hispanos, tudo isso ferve... Todo mundo pronto a mostrar os dentes. Bater boca com cliente não é incomum, mas chamar alguém de "nigro" é pedir para tomar porrada - e corte na sequência, obviamente (se der para levar uma graninha, por que não? - a lei de Gerson foi muito bem assimilada por estas bandas).

Talvez isso tenha desdobramentos.




Photobucket



Poster devidamente importado do Pura Goiaba que surrupiou de outrem. (Tudo sem pedir autorização).
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Dos nomes que se acumulam

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Quantos nomes você tem?

Eu tenho vários, ou tive.

A maioria das pessoas que conheci me chamam pelo sobrenome: Favoretto. Mas houveram as variantes, Favo, Favinho, Fui até chamado Favo de Mel, sem viadagens e eu entendi a mensagem.

Favoretto porque eu era Carlos ou José Carlos, mas em uma classe do primário (é, foi antes da unificação como primeiro grau) haviam quatro (4, four) José Carlos, então passamos a sermos chamados ou por apelidos, que eu detesto, ou pelo sobrenome. Está explicado.

Para "os de casa", Carlos, e se é alguém que me viu crescer: Carlinhos, alguns descendentes ainda o fazem. Para outros: Carlão.

Somente um dentista em São Paulo me chamava por José Carlos.

Um ou outro me chamavam de JC Favoretto.

Houve até quem me chamasse de Fafá, boiola não? Mas como ela era Cida, eu a chamava de Cidão e nunca brigamos por isso. Aliás, eu era o único que ela permitia que fizesse isso. Coisas de amizade.

Para "os de fora" e com eles, eu me acostumei tanto com o meu sobrenome que cheguei a cometer gafes.
Eu trabalhei fazendo as compras técnicas da empresa durante um bom tempo; estava na empresa em um Sábado (nas famosas SS - síndrome de Sábado - tem de trabalhar) e um sujeito ligou querendo falar com o Sr. José Carlos, foi no automático:
"não tem ninguém com este nome aqui",
meu amigo Caju começou a rir na mesa vizinha a minha, fiz aquela cara de PQP e voltei a falar com o sujeito:
"qual o sobrenome desse JC?"
Favoretto"
"então você pode falar comigo mesmo"
"o Sr é o José Carlos?"
"Sim"
"mas..."
"é que esqueci do meu nome".

Aqui, como NINGUÉM conseguiria pronunciar Favoretto e para não ficar íntimo com um "Favo" parti para o Carlos - que virou Cár-, Carlo, Cálusss, Carrrlos. E algumas vezes teimam em chamar de José - mas achando que o nome é espanhol falam com som de R - Rossê.

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quarta-feira, 16 de julho de 2008

Pontos de vista diferentes

tiradareta_062.jpg

Foi surrupiado... Não posso nem citar a fonte, porque não sei.
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Dura lex Sed lex

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Projeto que tipifica crimes na web é duramente criticado por falhas na redação que criminalizam internauta

O ponto mais polêmico da lei é o que praticamente dá voz de prisão a quem transferir dados sem pedir autorização a seus donos.

O resto da notícia aqui .




Ihhhhhh, eu não pedi autorização para transferir a informação... E agora? Poderei ser preso assim que voltar ao Brasil, ou tomar um pé no traseiro a "la Cacciola"?

Eu não fumo, em visitas, favor levarem chocolate ao leite...
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Dúvida

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A falta de bunda faz da pessoa uma deficiente física?
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segunda-feira, 14 de julho de 2008

sábado, 12 de julho de 2008

Pois é

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Dois pilotos da Nova Zelândia ficaram sem combustível em pleno vôo. O motor parou de funcionar e o aparelho começou a cair. "Quando você está em um ultraleve e bate, normalmente você morre", disse Grant Stubs, um dos pilotos, ao jornal "Marlborough Express". "Eu me virei para Owen Wilson [o outro piloto] e perguntei o que deveríamos fazer. Ele disse: 'Reze, Grant'."

Sem outra idéia, Grant obedeceu. E começou a rezar, pedindo a Deus que os guiasse até algum descampado. Deu certo. De repente, apareceu diante deles uma pequena clareira gramada - o suficiente para que conseguissem pousar sãos e salvos.

Em terra firme, perceberam que estavam ao lado de um cartaz de 6 metros de altura onde se lia: "Jesus é o Senhor - A Bíblia". Grant e Owen são de Blenheim, que fica a cerca de 50 quilômetros ao sul da capital, Wellington.


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sexta-feira, 11 de julho de 2008

Eleições - direto do blog antigo - Guardião

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E lá estou eu, trabalhando de mesário em uma dessa eleições da vida; na época a urna eletrônica ainda não estava em uso.

Fiquei incumbido de segurar o pessoal na porta, para evitar confusão dentro da sala; todo mundo querendo votar logo para aproveitar o feriado...

Barrei uma senhora de uns 60 anos, nordestina com metade da minha altura (não é preconceito); não sabia nem mesmo em que seção votava... Pedi o título, não tinha, a identidade, não tinha, qualquer documento então, e a senhora indignada com tanta "burocracia" colocou as mãos na cintura e saiu com um "daqui há pouco você vai querer saber se estou de calcinha e sutiã".

Meus colegas quase se mijaram de tanto rir...

Diante desse argumento - e com o sangue já chegando nos olhos - só pude chamar o presidente da seção (outro gozador) e passar a bola.

E ela nem votava naquela zona eleitoral...

Pode isso??

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quarta-feira, 9 de julho de 2008

Piração

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O Orkut pirou de vez, sorte para hoje:

"Sorte de hoje: Você é o próximo a ser promovido na sua empresa"
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Novelos de lã

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Novelos de lã


Minha Vida,
Sua Vida,
Toda Vida,
São como Novelos de Lã.

Vão se movimentando,
Vão se enroscando,
Vão se embaraçando,
Fio a fio.

Alguns para toda a eternidade,
Outros por uma brevidade,
Todos com uma igualdade,
São vidas.

E se, se separam,
E se sua liberdade declaram,
Nunca estão da forma como entraram,
Estão com pequenas porções de outros fios.


J Carlos Favoretto
29 Abril 2004

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domingo, 6 de julho de 2008

Só no dia certo

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Lá por 88 ou 89 - século passado, faz tempo, sim - eu estudava na Vila Leopoldina, alguns colegas moravam longe, como eu, andávamos um bocado até chegar ao ponto de ônibus. Adolescentes em grupo é o mesmo que palhaços no circo.

Andávamos até a avenida que dá acesso para a Lapa à direita e/ou para a Via Anhanguera á esquerda, ali nos dividiamos. Nesse ponto, cruzavamos essa via expressa, mas o lugar era perigoso e requeria atenção; considerando quem vinha da Anhanguera para a Lapa, a via era uma curva em subida para a esquerda - compliquei tudo - mas resumindo, os carros passavam muito velozes.

Certo dia, paramos porque percebemos dois carros vindo na subida muito rápidos, mas um sujeito, que não era da nossa turma, irrompeu dentre nós e atravessou correndo, ele achou que daria para passar antes dos dois carros. Não deu.

Um carro abriu para ultrapassar o outro, e o sujeito quando viu a besteira que fez, estacou, acredito que devido ao medo. Foi a sua sorte, os carros passaram por ele, um de cada lado. Ele ficou ali congelado, e nós não conseguimos desgrudar os olhos da cena, caimos em um riso nervoso. O sujeito que era negro, ficou branco, atravessou os últimos metros, subiu na calçada da ilha abraçou o poste e ali ficou. Nasceu novamente.

Na verdade, todos tivemos muita sorte, se um dos dois carros tivesse desviado mais que o suficiente poderia ter feito um strike jogando garotos para todo lado.

Atravessamos a via expressa, passamos por ele, perguntamos se estava tudo bem, e ele só conseguiu fazer que sim balançando a cabeça.
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sábado, 5 de julho de 2008

Fotografia

By Mike Roberts
Tem mais aqui.
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sexta-feira, 4 de julho de 2008

Para usar em São Paulo

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Este modelo, e você atropela todos a sua frente.




Ou este, e se defende como puder.





Comentários

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Profissional
Você diz:

Ao trabalho pessoal.

E ouve:

Mas só nós?

Precisa mesmo?

É isso mesmo turma, ao trabalho, não somos chefes.

Lazer
Você diz:

Vou dar uma volta de bike.

E ouve:

Xiiiii, já vi que hoje vai chover.

Você avisou o seu médico?

Ué, não vai ficar plantado na frente da TV como sempre?


Sexo
Você diz:
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Eu sou seletivo em relação ao sexo.
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E o que ouve?
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Em plena era digital e você usando o seletor de canais.
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Eu também, mas escolho sempre o sexo oposto ao meu.
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AêêêÊ tio, saiu da fase urubu, em que atacava qualquer carniça...
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quinta-feira, 3 de julho de 2008

Oito ou oitenta

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Ando alternando o trabalho do cavalo da "Revolução dos Bichos" com o ócio improdutivo de um porco prétorresmo.

E tudo dói, articulações, costas, o resto começa a falhar por conta disso, pensar dói.

Não é à toa que a quantidade de posts caiu vertiginosamente.
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Está faltando o equilibrio.

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Assim fica difícil

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BRASÍLIA - Dados revelados pela Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde de 2006 (PNDS), financiada pelo Ministério da Saúde, mostram que o excesso de peso e a obesidade cresceram entre as mulheres brasileiras. Em 1996, 34,2% delas tinham excesso de peso. Dez anos depois, esse percentual foi elevado para 43%, resultando num aumento de 25% no período. No caso da obesidade, o crescimento foi maior: 64% em dez anos. Mulheres obesas representavam 9,7% da população em idade fértil, em 1996. Em 2006, esse percentual aumentou para 16%.

A coordenadora de Alimentação e Nutrição enfatiza que o aumento do excesso de peso e da obesidade é preocupante.

-São resultados que mostram a necessidade urgente de uma alimentação saudável associada à atividade física para reverter este quadro - defende.

De acordo com a pesquisa, quanto maior o tempo de estudo, menor é o percentual de brasileiras com excesso de peso e circunferência da cintura acima de 80cm. A circunferência da cintura, segundo a OMS, também indica o estado nutricional de adultos, pois está associada a doenças crônicas, entre elas, cardiovasculares e diabetes. Há risco se está acima de 80cm em mulheres. Quando ultrapassa 88cm, o risco é muito elevado. A PNDS revela que 52,3% das mulheres estão com 80 cm ou mais. E entre aquelas com mais de 88 cm, o percentual é de 29,8%.

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O que está acontecendo "minha pova"?

Junk food? Falta de exercícios?

Depois reclamam quando os homens não dão "bola" .

Devo lembrar que a quantidade de HOMENS está proporcionalmente diminuindo?

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Duendes

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Eu tive um FIAT UNO 1.5R, preto, rápido, a álcool, beberrão que ele só.

Ou melhor, comprei quando estava casado, às vezes eu o dirigia, na maior parte do tempo andava de moto, mesmo com chuva, devido ao regime ditatorial * que se impôs lentamente em minha vida. E em uma tarde quando cheguei e estava guardando a moto, eu percebi algo errado no carro.

Havia um adesivo no vidro traseiro: "EU ACREDITO EM DUENDES". É mole? Aquele duende com cara de tonto, sorrindo por nada e com os dizeres para assegurar que o dono do carro também era tonto.

Logo a D. Má que não acreditava em nada que não pudesse pegar ou ver.

E logo no meu carro (ou, o que eu comprei), justo comigo, que nem aqueles adesivos de universidade eu colocava, e que arrancava os adesivos das concessionárias para não fazer propaganda gratuita?


E como eu poderia dirigir um carro assim? Imagine, eu em dia de chuva torrencial (é, porque só assim para poder pegar o carro) parado em algum congestionamento em São Paulo com um FIAT quase do meu tamanho e com um adesivo daqueles no vidro traseiro.

Tempos depois, eu vi um adesivo que me agradou muito mais, o mesmo duende todo arrebentado, bandagens, braço quebrado, e: "EU ATROPELO DUENDES", e não encontrei para comprar. Vingança impossível.
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* Um dia eu acordei...
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quarta-feira, 2 de julho de 2008

terça-feira, 1 de julho de 2008

Pesquisa

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- Pesquisa.

- Sobre?

- A qualidade dos serviços prestados por funcionários no trabalho. É uma pesquisa com um certo número de perguntas, com desdobramentos para perguntas seguintes. Gostaria de colaborar?

- Claro.

- Você gosta do seu trabalho?

- I hate my job!

- Obrigado, foi um prazer ter a sua colaboração para a nossa pesquisa.
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