domingo, 27 de novembro de 2011

Para fechar o Domingo


No post anterior, comentei "de um mundo moderno sem grandes aventuras"... 

Já tem cerca de meia hora que um helicóptero da policia sobrevoa a parte de baixo do bairro...

Procurando a décima terceira tribo perdida de Israel?

Vai saber... Eu não boto meu nariz para fora para conferir, do jeito que é grande seria um alvo fácil.


sábado, 26 de novembro de 2011

O mundo não é mais o mesmo


Alguns fatos históricos não teriam vez nos dias de hoje...

Exemplo: Moisés e as doze tribos de Israel não ficariam perdidos durante 40 anos, vagando pelo deserto até acharem a terra prometida.

O faraó - do Egito, onde mais? - teria mandado aviões de reconhecimento e uma força tarefa para trazer o pessoal de volta. A ONU interviria, a mídia cairia de pau sobre o faraó, os palestinos reagiriam não querendo aquele povo meio irmão invadindo a região.
Os 40 anos seriam transformados em 40 dias e eles não usariam o maná que vinha dos céus mas os mantimentos que os russos ou algum outro povo querendo se passar por humanitário enviasse.
Empresas de porte iriam patrocinar a travessia indicando loções e protetores solares fator 25, bonés promocionais, nova linha de tecidos inteligentes e a mais nova tendência de óculos de sol padrão europeu.

E caso nada disso acontecesse, Moisés poderia usar o GPS, já que o sinal ruim no deserto não permitiria o uso do celular.

Coisas de um mundo moderno sem grandes aventuras. 


Rolling in the deep - Adele & Linkin Park





domingo, 20 de novembro de 2011

Livros 2011


O 21º do ano.

Fraco.
Uma versão do fim do mundo, onde em vez de mortos vivos - ou zumbis - a população adulta foi infectada por uma doença sem cura...
Mas devoram os sobreviventes, ou seja, as crianças.
Sabe aquela piada: "você gosta de crianças?" "sim, com cebolas." É mais ou menos isso.

Eu nunca entendi direito esse lance de mortos vivos... Se arrastam o tempo todo, mas quando veem uma carne fresca viram um serelepe. Não tem bons modos, mas provavelmente já não os tinham. A falta de um braço, um olho, ou metade do corpo não os afetam... Nojento.
E se vc é mordido, fica doente, morre e vira mais um... 
Mas eles não se devoram... Vai ver não gostam de carne maturada...

Acho que um dos primeiros livros a abordar o assunto foi a novela de Richard Matheson - Eu sou a lenda, que foi lançado aqui como A Última Esperança da Terra. Na época, apresentava os infectados como tendo contraído uma doença em princípio incurável, fazia-se uma alusão ao vampirismo, os infectados morriam e retornavam, não aguentavam a luz do Sol, alho, mantinham em parte a racionalidade e eram sanguinários.
Sem explicação, conseguiram formar uma nova espécie - como? se estavam mortos? - e o herói torna-se o monstro, somente ele era humano, e ele matava esses seres, vem daí o nome do livro... Ele virou a lenda.

Mas voltando ao nosso livro, é ruim, não perca seu tempo...



domingo, 13 de novembro de 2011

Livros 2011


Mais um livro terminado. O 20º deste ano. 

É o primeiro deste autor, Manel Loureiro, escreveu como se estivesse colocando tudo em um diário.

Parece que a literatura fantástica passa por fases, esta é a de mortos vivos, ou zumbis, como queiram.
Há pouco estava discutindo a respeito de uma reviravolta a ponto de a sociedade como a conhecemos sucumbir, estaríamos na maioria, com os dias contados. Não sabemos cultivar uma lavoura, não sabemos ler o tempo, não conhecemos os ciclos da natureza. Mas antes, acredito que teríamos o caos total, o cada um por sí... Viver, sobreviver, exige um mínimo de organização.

Na TV, corre o seriado "Walking Dead".
Como sempre não existem explicações, arranhado ou mordido, você vira um deles, isto é, se não for devorado antes.
Curioso isso, não? Todo morto vivo gosta de carne fresca, de preferência ainda viva... Carpaccio.
Fico me perguntando se meu amigo Cássio seria assim também... Hoje, enquanto vivo, é vegetariano.





Doenças silenciosas



- A pressão alta é uma doença silenciosa...
- Ainda bem, detesto barulho...

Já imaginou uma doença que além de te derrubar ainda viesse fazendo marketing? 
Ou imitando o Bozo? - tá, tem quem não tenha conhecido o Bozo:

"OI AMIGUINHO, SOU EU, A SUA PRESSÃO ALTA QUE CHEGUEI PARA TE DETONAAAAAR...

Ninguém merece isso. 

Talvez nem fosse tão ruim... Poderia ter coisa pior.
A moça dirigindo, e a OM no banco de trás - Obesidade Mórbida - sussurrando em seu ouvido: "gorda".
Acidente na certa.



A única vantagem seriam os duplos airbags...


domingo, 6 de novembro de 2011

Luta grecoromana


Coisa de dois mil anos atrás, Grécia e Roma estavam em evidência... Todas as paradas de sucesso eram deles...

E não é que os caras estão por aí novamente? (Só que meio parecido com o que aconteceu com o FUNK nestes últimos 40 anos).



quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Sorria




De um email recebido hoje.




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